Estatuto Editorial

A Sentinela é um projeto independente e transparente que pretende expor de forma consistente e regular os conflitos locais, regionais e nacionais que se desenvolvem por todo o mundo fora do ciclo noticioso dos media ocidentais.

A Sentinela não se submete a qualquer ideologia e não é dependente de qualquer entidade externa política, económica, religiosa ou social. Sendo responsável apenas perante os leitores.

Pela natureza divisiva dos conflitos noticiados, A Sentinela assume-se como imparcial e procura a objetividade nos processos de seleção e construção das notícias e na forma como aborda os eventos.

A Sentinela recusa completamente o sensacionalismo e procura afastar-se do imediatismo e de quaisquer outras práticas que possibilitem o erro, impondo-se através de uma prática considerada e  calculada.

A Sentinela opõe-se firmemente a qualquer tipo de censura ou pressão por parte externa e reclama e apoia a liberdade de expressão, de informação e de pensamento, bem como a liberdade de denunciar crises de direitos humanos.

A Sentinela entende que a opinião informada é essencial para uma sociedade educada e consciente, mas compromete-se a demarcar e separar toda a opinião pessoal do conteúdo noticioso e da exposição de factos objetiva.

A Sentinela e os seus membros e participantes estão a toda a altura vinculados ao estatuto editorial e ao código de conduta dos membros do projeto, que procuram manter intacta a objetividade e proteger os membros.

A Sentinela reserva o direito de transmitir informações de fontes fidedignas e responsáveis como forma de informar os leitores, procurando sempre verificar os factos.

A Sentinela fundou-se com a finalidade de informar os leitores, e, subsequentemente, criar uma maior consciencialização para o humanismo, igualdade, tolerância e formar cidadãos globais e ativos.

A Sentinela respeita e acredita na Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa.